domingo, 16 de outubro de 2011

Sigamos o cherne...


Sigamos o cherne, minha Amiga!
Desçamos ao fundo do desejo
Atrás de muito mais que a fantasia
E aceitemos, até, do cherne um beijo,
Se já não com amor, com alegria...
Em cada um de nós circula o cherne,
Quase sempre mentido e olvidado.
Em água silenciosa de passado
Circula o cherne: traído
Peixe recalcado...

Alexandre O'Neill
(Depois de ver o filme «O Mundo do Silêncio» de Jacques-Yves Cousteau)