sexta-feira, 14 de março de 2014

Nocturno(s) VI e VII


Há um inverno nas copas extáticas
e as estrelas acenderam-se de um vento alto
que azulou o céu
de um azul que a noite foi roendo consigo.

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Cria-se da angústia uma cadeira para assistir à noite.

Jorge de Sena