quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Mentira...





Mentira passada
foi enredo?
Ou medo?
Não foi nada. 
Agora, tem afluências
e confluências.
Carta hidrográfica incoerente
e sem fim.
Do rio-mentira com sua nascente,
do rio-ameaça
que se abraça
em mim.

Fernanda Botelho, As Coordenadas Líricas